Buenas, amigos.

Gravamos a edição #88 na quarta-feira passada e quem diria que Prince iria nos deixar na quinta. Nesta edição, falamos um pouquinho sobre o artista, com direito a um easter egg no final do episódio (se a turma dos Direitos Autorais não vir atrás da gente).

Gostaríamos de agradecer aos comentaristas da edição passada: Ana Emília, Camponez e Lucas Valadares! Obrigado pelos comentários. Deixe você também seu comentário sobre esta edição (e todas as outras na verdade) aqui no site, no YouTube, nas redes sociais ou em áudio, através do (31) 99975-0835. Adicione o Ainda Sem Nome em seus contatos e participe conosco através do Telegram.

Primeiro, um bom motivo para as pessoas velarem celebridades que elas nunca conheceram.

Depois, falamos sobre o rapaz que bebeu demais, foi enganado pelo motorista do Uber e recebeu um reembolso da companhia. Será que estas empresas “disruptivas” proporcionam um comportamento diferente e que devemos (sociedade) pensar em proibir o Uber ou tentar entender que esta novidade pode nos ensinar coisas e mostrar caminhos?

Bônus:
http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/sorveteria-deixa-clientes-pagarem-sozinhos-e-sofre-prejuizo-de-16/?cHash=06faa6bcd8fd277d9ed0f23d3076e20b

Aí falamos sobre a Loja do Rei do iPhone que bombou após um diagnóstico e serviços honestos. É o “poder” das mídias sociais e dos reviews.

Sobre o assunto, duas dicas de livro:
– Hug Your Haters (http://goo.gl/Nhn2q8)
– Manipurated (http://goo.gl/6RflJs)

Finalmente, a imprensa não deixou de noticiar a Lava Jato, fomos nós que paramos de compartilhar sobre o assunto. A sociedade parou de se importar com o tema? Ou agora o discurso será pela saída do Cunha e do Temer?

Escute, comente e compartilhe!

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One comment on “Ainda Sem Nome #89 – Uber e a “nova economia”, Lava Jato e RIP Prince

  1. Everaldo Vilela Apr 30, 2016

    Podemos ter esperança nas pessoas sim: semana passada um usuário do metrô retornou na estação que eu estava trabalhando porque uma funcionária da bilheteria colocou R$100 em vez de R$10 no seu cartão de passagem. Ele queria pagar os R$90; voltou lá só para isso.
    Sobre reclamar e o poder das redes sociais com relação a serviços/produtos eu cada vez mais estou unindo as duas coisas: precisei trocar o para-brisa do meu carro. Através da seguradora agendei com a empresa que faz esse serviço para às 11h da manhã. Ao meio dia eles nem haviam encostado no meu carro. Quietinho na sala de espera reclamei no twitter e citei a seguradora e a prestadora de serviço. Em 5 minutos a seguradora respondeu; em 10 a empresa em SP respondeu e me ligou. O fato é que eu vi uma gerente descontrolada: ela não sabia nem quem havia reclamado e como recebera um telefonema de SP cobrando cumprimento no horário na sua loja e ainda como a seguradora sabia e também ligou cobrando.
    Foi uma experiência curiosa: reclamar de boca ali com a empresa além de gerar um mal estar – afinal, as pessoas não sabem ouvir reclamação – não reportaria aos responsáveis (seguradora e matriz da empresa) que aquele tipo de problema está acontecendo. Acho válido a reclamação pública para que outras pessoas não passem pelo que passei.
    Sobre app que não funciona: informei ao Santander que a localização de agências do app não funcionava. Me ligaram (sou cliente) e pediram: data, hora, print das telas com a sequência do erro, modelo do aparelho que utilizo, configurações do aparelho que utilizo… e mais uma meia dúzia de informações. Disse ao moço no telefone que podia deixar, eu ia usar o site pra localizar uma agencia, dava menos trabalho.
    E resposta automática é só não é pior que restaurante que regula guardanapo, esses são piores que os que não dão água.

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